Notícias — 18 dezembro 2012
Ansiedade na infância

Nas situações de ansiedade, a criança pode experimentar um sentimento de antecipação e expectativa de um perigo que poderá ocorrer a expectativa de um perigo que poderá ocorrer a qualquer momento.

Geralmente, é manifestada por agitação, irritabilidade generalizada e crises de agressividade que, quando muito intensas, alteram o estado de tranqüilidade e equilíbrio emocional da criança.

A ansiedade é precedida pelo medo, é função deste e, à sua semelhança, é reação a alguma ameaça que se aprendeu. Contudo,ansiedade e medo são diferentes nas manifestações, pois, enquanto o medo está associado à descarga de adrenalina, a ansiedade não está.

O medo seca a boca; a ansiedade aumenta a salivação e a secreção gástrica.

A reação de ansiedade não se dirige diretamente aos objetos ou situações externas, na realidade, a criança freqüentemente não sabe com clareza o que a inquieta; isto é: pode sentir ressentimento pelo profissional, ou situação, mas não sabe dizer exatamente a razão. Suas reações são principalmente internas, embora a criança possa ser mais nervosa que outras, zangar-se e morder os lábios ou roer as unhas por causa da sua inquietação crônica. Mesmo as crianças pequenas podem ser intensamente ansiosas, agindo da mesma maneira.

 

Ansiedade devido ao nascimento de um irmão

As crianças reagem de várias formas com a chegada de um irmão.

Algumas regridem a comportamentos anteriores: chupam o dedo, molham as calças, pedem para mamar no peito ou na mamadeira, ou falam como bebês. Outras se isolam, recusando-se a conversar ou brincar. Algumas sugerem levar o bebê de volta para o hospital, livra-se dele ou jogá-lo na privada. E algumas orgulham-se por serem “maiores”, poderem ser vestir sozinhas, usar o toalete, comer junto com os mais velhos e ajudar a cuidar do bebê. Muitos problemas comportamentais desaparecem na época em que o mais novo atinge 8 meses de idade.

No consultório, ocorre uma mudança de comportamento com a chegada de um novo irmão. A criança fica um pouco mais retraída e a abordagem para o tratamento pode ser feita com cuidado, respeitando sua ansiedade.

Não devemos falar para ela que é maravilhoso o nascimento do bebê, pois ela tem uma posição crítica quanto a isso. Devemos sim, lembrar que o bebê chora, quer colo, não sabe falar, mas que quando crescer pode ser um grande amigo.

* Corrêa, M.S.N – Sucesso no atendimento odontopediatrico

 

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Marta Meireles

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