Notícias — 24 setembro 2012
Segundo Filho

“Os psicólogos dizem que a partir dos cinco anos de idade, as crianças já estão mais preparadas para suportar a chegada de um bebê…”

Planejar o segundo filho costuma ser uma decisão difícil para os pais, talvez seja até mais difícil que o primeiro. Evidentemente é uma decisão que deve ser discutida a dois.

É claro que cada casal pode estar vivendo um momento diferente da vida, portanto existem vantagens e desvantagens que se deve avaliar:

* A idade da mãe e o momento profissional que ela está vivendo

* A situação econômica familiar

* Como está a relação do casal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje em dia existem duas tendências:

*  Encomendar logo o segundo

* Esperar mais tempo possível

 Para as duas opções existem os prós e contras:

* Cuidar de crianças pequenas é cansativo e eles terão que dividir os pais, o que com certeza, causará ciúmes em ambos.

* Se vocês esperam muito tempo para encomendar o segundo, como por exemplo, até que o primeiro já esteja no colégio e não precise de tantos cuidados, não compartirão as mesmas brincadeiras, mas a rivalidade será menor.

* Os psicólogos dizem que a partir dos cinco anos de idade, as crianças já estão mais preparadas para suportar a chegada de um bebê. Quando o intervalo entre dois filhos é de mais de sete anos, a grande vantagem é que poderão contar com a ajuda do primeiro para criar o segundo. Mas é evidente que os interesses deles serão diferente. Muitos pais dizem que “é como criar dois filhos únicos”.

Com respeito à opinião dos médicos, a Organização Mundial da Saúde recomenda que se espere no mínimo dois anos entre uma gravidez e a outra para que o corpo da mulher se recupere totalmente. Não se pode deixar de citar que os bebês com menos de 18 meses precisam de muita atenção, o que exige muito esforço para uma grávida.

Ganhar um irmão mexe muito com a cabeça da criança. Você pode ajudá-la a assimilar melhor essa fase.

A segunda gravidez costuma gerar sentimentos ambíguos. Ao mesmo tempo em que você está feliz em ter outro filho, fica triste com a mudança na relação com o primeiro e culpada por fazê-lo dividir o amor dos pais. É normal que a criança tenha ciúmes do bebê. Algumas atitudes vão ajudá-la a viver essa etapa de ajustes emocionais de forma mais positiva:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Expectativas realistas

Não espere que a criança vá adorar ter um irmão. Pode ser que, no início, ela fique mais apegada a você ou apresente dificuldade para dormir. Também é comum o aparecimento de comportamentos regressivos, como fazer xixi na calça ou falar como um bebê. O melhor é aceitar esse sentimento e incentivá-la a expressar as emoções. Não se incomode se ela desenhar a família sem o bebê, mas deixe claro que machucá-lo não é aceitável.

Os preparativos

Durante a gravidez, converse sobre como é a rotina de um bebê. Diga que, embora ele vá exigir cuidados, você continuará tendo um tempo para ela. Mostre-lhe fotos de quando ela era bebê e leia livros infantis sobre a chegada do irmão. Esclareça quem vai tomar conta dela enquanto você estiver no hospital.

Evite mudanças

Qualquer alteração na vida criança como entrar para a escola, mudar de quarto ou tirar a fralda, deve ser feita no mínimo seis meses antes de o bebê nascer.

No hospital

O irmão deve conhecer o bebê na maternidade assim que você estiver em condições de recebê-lo e dar atenção a ele. Se possível, evite a presença de outras visitas. Ele também pode ganhar presentes para comemorar a nova posição, de irmão mais velho. Lembre parentes e amigos de não deixá-lo de lado. Não se preocupe se ele pedir para você devolver o bebê: esse primeiro encontro não é sinal do tipo de relação que eles vão ter no futuro.

Refira-se ao bebê como uma pessoa

Fale sobre o recém-nascido para a criança usando frases como “Veja como a Bia mexe a boca, acho que ela está com fome”. Chame a atenção da criança para como o bebê gosta quando ela fala com ele, empurra o carrinho ou sorri para ele.

Incentive a participação

A maioria dos irmãos quer colaborar com os cuidados do bebê. Valorize essa ajuda sem forçar a criança.

Dê atenção

É muito importante manter sua relação com o filho mais velho. Combine um horário especial para ficar a sós com ele fazendo algo divertido. Evite a divisão você/bebê, pai/filho mais velho. É preciso muita conversa para que ambos os pais convivam com cada um dos filhos.

A longa jornada

Acostumar-se a dividir a atenção dos pais leva tempo. Alguns comportamentos podem durar semanas; outros, não surgem até o bebê ter 7 ou 8 meses. Enquanto isso, seu papel é demonstrar que cada um tem um lugar especial na família, um lugar que ninguém pode tirar.

 

 Fontes : www.topgyn.com.br 
          www.ultrasom3d.com

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Marta Meireles

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